Estação Cabo Branco - Ciência Cultura & Artes


Obras Permanentes

Guardiã da Cidade – O visitante quando chega a Estação Cabo Branco é recebido pela escultura “Guardiã da Cidade”, do artista plástico Evanice Santos. A obra foi premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009, e tem um tronco amórfico, branco e vertical, acrescido, na parte superior de duas abas que partem para o alto em formato de “V”. É feita de alumínio e concreto medindo 1,80 metro de largura por 5 metros de altura.

Mulher – Objeto de Repouso – O visitante encontra também seis esculturas do artista plástico Abelardo da Hora, nos jardins e espelho d’água da Torre Mirante que podem ser tocadas e proporcionam maior interação do público com a arte. As obras exploram a sensualidade feminina, em uma série intitulada “Mulher – Objeto de Repouso”. Feitas de bronze e concreto, as mulheres esculpidas pelo artista nesta fase se caracterizam pelo seu traçado sinuoso e extrema originalidade nas soluções de volumetria e forma. O lado expressionista do início da carreira ainda permanece no leve exagero das proporções de seios, mãos e coxas destas esculturas.


Sinergia –
A escultura de Sidney Azevedo é resultado do cruzamento de três chapas de ferro retangulares, pintadas em cor azul sugerindo movimento, com 1,73 metro de altura por 2,22 metros de largura, e também foi premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro em 2009.

Vida – A obra de Eulâmpio Neto representa a geração da vida, através da figura feminina. Foi confeccionada em argila, depois recebeu a fôrma de gesso e em seguida o concreto. Tem 146×48 centímetros e pesa aproximadamente 500 quilos.

Varanda de Rede – O painel de Chico Pereira foi encomendado por Oscar Niemeyer ainda na época da construção da Estação Cabo Branco e compõe a parede da Sala de Práticas Educacionais. É composta por três tipos de peças justapostas e agregadas, desenhando uma trama, e faz alusão à renda de bilro. Tem 50 metros de largura e 2,90 de altura.

Cavalo Marinho –  Do lado de fora do auditório encontra-se a pintura mural “Cavalo Marinho”, ampliado e pintado pelos artistas plásticos Wilson Figueiredo e Percy Fragoso, sendo a criação uma xilogravura de José Costa Leite. A obra em estilo naïf representa o principal personagem do bumba-meu-boi, dança popular do folclore brasileiro. É uma pintura a óleo em cor preta com 3,50 de altura por 17,50 metros de comprimento sobre uma parede pintada em tinta óleo amarela pare se transmitir a idéia de cheio e vazio nas expressões das figuras carregadas do traço cultural nordestino.

 No Reinado do Sol – No hall de entrada do auditório, a obra “No Reinado do Sol”, de Flávio Tavares, recebe o visitante e alude à história e à situação geográfica do Estado da Paraíba e de sua capital, evidenciando suas conquistas, formação étnica, elementos naturais e arquitetônicos. Estão representados também ilustres paraibanos como Ariano Suassuna, José Lins do Rêgo e o poeta Caixa D’Água. No alto da pintura, a mulher coroada de sol lembra que em João Pessoa, ponto mais oriental das Américas, o Sol nasce primeiro. A obra é uma pintura policromada a óleo, composta por cinco quadros justapostos, com dimensões idênticas que, ao todo, medem 3 metros de altura por 9 metros de comprimento.

DNA – No hall de entrada da Torre Mirante a escultura “DNA”, da artista plástica francesa Mariane Peretti, apresenta ao visitante uma versão ampliada do composto orgânico responsável por todas as características genéticas dos indivíduos. A obra foi instalada sobre uma base de granito, confeccionada em aço inox e fibra de vidro. A escultura faz um pequeno movimento, girando lentamente em 360 graus em sentido horário e simboliza o sentido da vida.

Estação das Artes – Inaugurado em 29 de junho de 2012, o novo prédio do complexo arquitetônico da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes dispõe de obras de importantes artistas plásticos paraibanos, além de duas obras do pernambucano Francisco Brennand.

Baleia – A obra do paraibano Fred Svendsen, está localizada na rampa da entrada principal e é uma das maiores esculturas da Paraíba. A obra é tridimensional, feita em ferro carbono e revestida com tinta automotiva para evitar a corrosão. A enorme escultura tem traços arqueológicos e a figura da baleia é usada para retratar a proximidade da Estação Cabo Branco com o mar.

Folclore Nordestino – O painel do artista plástico Clóvis Junior, intitulado “Folclore Nordestino”, está localizado no pavimento inferior do prédio e retrata a cultura popular. A obra é uma pintura feita em cerâmica queimada a 1.200 graus e mede 3 metros de altura 2,90 de comprimento.

A Fonte dos Desejos e Abutre – A obra “Abutre” é feita de cerâmica vitrificada queimada em alta temperatura e mede 150 cm de altura, tem cores fortes e os traços marcantes. Já “A Fonte dos Desejos” é uma peça de bronze feita em 1987, com 179 cm de altura, colocada sobre uma base 46 x 45 cm. As esculturas são de autoria do pernambucano Francisco Brennand  e, em sua maioria, são feitas em formatos de totens e tem características marcantes, como uma pigmentação peculiar e de cor forte (devido à alta temperatura em que são feitas as obras) e formatos de monstros, seres deformados e aterrorizantes. Outras esculturas apresentam caráter sexual, ligadas à figura feminina e a rituais de fertilidade.

Quadros – A Estação Cabo Branco possui, ainda, um grande acervo de quadros de diversos artistas que compõe a decoração do hall que dá acesso às salas de convenções e à administração. “A Estação procura valorizar as artes e estamos sempre em busca de enriquecer nosso acervo permanente, assim como trazer grandes exposições para que o público tenha acesso gratuito a obras de qualidade”, disse a vice-diretora e curadora da Estação Cabo Branco, Lúcia França.